BIKE ARTE

The Sprinter - Jesse Meyer

Dê a 47 escultores do mundo todo uma caixa com 100 das mais inovadoras peças de bike da marca SRAM, entre raios, guidões e alavancas de freio.  Acrescente uma boa causa e o resultado só pode ser positivo. Esse é o SRAM Part Project.

Os artistas selecionados tiveram o desafio de produzir esculturas, para serem leiloadas a fim de arrecadar fundos para o World Bicycle Relief (WBR), uma organização que ajuda pessoas em regiões carentes do mundo  que sofrem com a falta de acesso a postos de saúde, escola e oportunidades de trabalho. Desde que a organização foi fundada já colocou nas ruas desses países mais de 90 mil biciletas.

Sram not Swam - Kendall Polster

Segundo o blog da revista norte-americana Outside, as obras criadas  foram exibidas na feira Interbike, em setembro. Elas também estarão  em uma exposição na Gallery 1028, em Chicago. Além disso, as peças serão vendidas para colecionadores em um leilão online. Confira todas as informações no site oficial do projeto (www.sram.com).

Clique aqui  para conferir uma galeria de fotos com as melhores esculturas produzidas no projeto.

 

Fonte: gooutside.uol.com.br

RECICLAGEM DE FIBRA DE CARBONO – BIKES & EQUIPAMENTOS

Specialized acelera programa de reciclagem de fibra de carbono – Todas as empresas, varejistas e ciclistas estão convidados a aderir à causa. No Brasil, empresa estuda operação para fazer a colheta do material.

 

Milhares de bicicletas de fibra de carbono vão parar em aterros sanitários todo ano e a Specialized quer mudar isso.

Baseado em programas existentes de reciclagem de fibra de carbono usados pela indústria aeroespacial, a Specialized está transformando bikes que iriam a aterros sanitários em produtos reutilizáveis. A empresa californiana fará isso através de lojas de ciclismo, retirando quadros danificados de carbono para transportá-los a um centro de reciclagem dos EUA. O programa será ampliado para as operações da UE (União Européia) assim que recursos apropriados forem identificados.

O processo de reciclagem da fibra de carbono consiste em cortar o quadro em pedaços menores, e então queimar o epóxi que une as fibras em um ambiente livre de oxigênio. Isso resulta em fibras menores com as mesmas propriedades do material original que pode ser usado de várias formas.

“Provavelmente será impossível construir uma bicicleta com o material reciclado, mas pode-se fazer uma variedade de produtos com as fibras menores. Por exemplo, a Boeing recicla seus estabilizadores transformando-os em apoios de braço,” disse Bryant Bainbridge, Estrategista de Sustentabilidade da Specialized. “Além de cessar o depósito do material em aterros sanitários, você está recuperando carbono com um gasto menor de energia, comparado ao utilizado para construir produtos a partir do material virgem.”

“A Specialized está empenhada em lidar com todo o processo sofrido pelas bicicletas ao final de suas vidas úteis, pois é a coisa certa a se fazer. Mas esse programa não tem como objetivo ser exclusivo da marca,” disse Bainbridge. “Trek também está fazendo um ótimo trabalho e todas as empresas da indústria que produzam produtos de carbono estão convidadas a aderir à causa.”

Revendedores Specialized participantes nos EUA aceitarão quadros de carbono (de qualquer marca) que serão recolhidos pela Specialized e enviados a Materials Innovation Technology para reciclagem. Specialized informará a indústria quanto ao número de quadros reciclados, a quantidade de fibra de carbono recuperada e o conhecimento adquirido nas feiras Eurobike e Interbike 2012.

“Na mesma época faremos um requisição formal para que haja uma união industrial para a reciclagem de fibra de carbono,” disse Bainbridge. “Esse é um problema compartilhado pela indústria e que precisa ser resolvido. Nós vamos nos responsabilizar agora, mas queremos que todos participem. Esse projeto se trata de colaboração e não ego. Na Eurobike, compartilharemos tudo que esse projeto nos ensinar.”

A Specialized recentemente juntou-se ao grupo Outdoor Industry Association Eco-Index e é um participante ativo na criação de um sistema abrangente para avaliar e melhorar o impacto ambiental de um produto.

A Specialized entrará em contato com seus revendedores em janeiro para dar informações sobre como lidar com devoluções de quadros de carbono e sobre a data de início do programa. No Brasil ainda não há previsão para colheta do material, mas a empresa j

Sobre a Specialized:

Specialized foi fundada em 1974 por ciclistas para ciclistas. Com base no norte da Califórnia, nos focamos nas necessidades dos ciclistas, de produtos avançados funcional e tecnicamente, que ofereçam benefícios de desempenho.

 

Mais informações: www.specialized.com.br

O PISTOLEIRO CONTRA-ATACA

FUERZA: Contador em um dos treinos da Saxo Bank

ALBERTO CONTADOR CONSEGUIU mais títulos em sua curta carreira do que a maioria dos ciclistas poderia sonhar em uma vida inteira. Aos 28 anos, mesma idade em que o norte-americano Lance Armstrong venceu o primeiro de seus sete Tour de France, o espanhol já coleciona seis títulos do circuito dos três principais desafios ciclísticos do mundo, conhecido como Grand Tour – o Tour de France em 2007, 2009 e 2010; o Giro d’Italia em 2008 e 2011; e a Vuelta a España em 2008. Fora uma longa lista de corridas menos renomadas em diversos países.

Apesar do seu impressionante currículo, a imagem de Contador tem sido bem afetada nos últimos anos. No Tour de France 2009, ele se envolveu numa querela pública com seu então companheiro de equipe Lance, que só terminou quando o espanhol venceu a corrida. Mais recentemente, veio o escândalo do doping. Logo depois da sua vitória no Tour de France 2010, os fiscais da comissão anti-doping da prova anunciaram que uma amostra de sangue de Contador, tirada no segundo dia de descanso do Tour, continha traços da substância proibida clenbuterol. O atleta negou veementemente qualquer trapaça. Em janeiro passado, após meses de investigação, a Federação Espanhola de Ciclismo retirou a acusação. Mas a UCI (Union Cycliste Internationale) e a WADA (World Anti-Doping Agency) apelaram da decisão na Corte de Arbitragem do Esporte em março, deixando Contador competir enquanto aguarda o resultado da apelação, marcado para novembro. Nesse meio tempo, ele venceu o Giro d’Italia em maio e ficou em quinto lugar no último Tour de France.

No mês passado, o campeão espanhol fez uma visita surpresa à gigante fabricante de bikes Specialized, em São Francisco, Califórnia, um dos seus principais patrocinadores. Ao longo de dois dias, ele sentou-se e conversou com a Outside norte-americana a respeito de sua carreira, a dura temporada que passou e se ele conseguirá manter seu domínio sobre o ciclismo nos próximos anos.

Fonte: gooutside.uol.com.br

ESTADO PROÍBE BICICLETA EM PONTE ESTAIADA NO AMAZONAS

Desde que a ponte estaiada que liga Manaus a Iranduba foi inaugurada sobre o rio Negro, em outubro, quem costumava se deslocar entre os dois municípios amazônicos de bicicleta tem de atravessar a pé os 3,5 km do percurso, ora sob sol de 40ºC, ora sob chuva torrencial.

Isso porque o governo do Amazonas proibiu o meio de transporte mais popular entre os ribeirinhos na ponte, alegando falta de segurança.

Antes da ponte, os moradores faziam o trajeto gratuitamente em balsas, com suas bicicletas, mas as embarcações foram desativadas.

O governo diz que o trânsito de bicicletas está proibido em razão do fluxo intenso de veículos e da alta velocidade na pista de rolamento.

Para os pedestres, os engenheiros da obra destinaram corredores de 1,5 m de largura nas laterais da ponte, protegidos por grades de ferro. Para quem pode pagar, a alternativa é fazer o percurso em canoas motorizadas ou ônibus, em viagens de mais de uma hora.

A produtora rural Edilza Loureiro, 45, gasta mais de cinco horas para chegar em casa. Ela mora em uma comunidade no Cacau Pirêra, Iranduba. “Agora ficou mais difícil porque não tenho dinheiro para pagar o ônibus e não posso usar a bicicleta”.

O agricultor Manoel de Oliveira, 36, tentou usar a bicicleta na travessia, mas foi barrado pelos fiscais. “Agora eu caminho muito. Um dia fiz essa viagem cinco vezes.”

A proibição da bicicleta desagradou os cicloativistas. “Os engenheiros da ponte não observaram o que o mundo vê: a bicicleta como alternativa de transporte e melhoria da qualidade de vida”, disse Erildo Pinheiro, 43, do movimento Amigos do Pedal.

Com custo de R$ 1,099 bilhão, a ponte Rio Negro foi inaugurada no dia 24 de outubro pela presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, ela disse em discurso que com a ponte “é possível fazer com que se gerem empregos, se distribua renda e, ao mesmo tempo, se preserve o meio ambiente”.

Fonte: folhapress

VAI DE BIKE? AS BOAS CIDADES PARA PEDALAR

Cada vez mais as cidades têm investido em políticas públicas e planejamento urbano que possibilitem a inclusão de hábitos saudáveis à vida de seus habitantes. São Paulo, por exemplo, possui um conjunto de ciclovias que funcionam aos domingos, das 7h às 16h , e têm mobilizado a população.

Além de ser um exercício bom para manter a saúde, andar de bicicleta é um hábito que contagia o praticante. Assim, mesmo fora de sua cidade, é possível aproveitar uma viagem turística tendo a “magrelinha” como uma boa aliada.

Confira algumas cidades do mundo aonde as condições de trânsito para quem quer andar de bicicleta são facilitadas:

Bogotá (Colômbia)

A Europa pode até continuar na frente no que diz respeito à quantidade de investimentos que emprega no incentivo ao uso de bicicletas, mas isso não significa que os países da América não têm juntado esforços para também se destacarem no assunto. A cidade de Bogotá parece perfeita para esse tipo de política pública: apenas 13% da sua população tem carro. Ou seja, lá a bicicleta é uma necessidade. Assim, os colombianos conseguiram implementar 70 km de vias públicas para esse tipo de transporte, as quais são fechadas uma vez por semana.

Curitiba (Brasil)

O Brasil está começando a se apegar mais ao planejamento urbano voltado para o publico que quer ter o hábito de pedalar estimulado. Em São Paulo, por exemplo, isso tem se fortificado especialmente na administração vigente. No entanto, a cidade de Curitiba, no Paraná, considerada cidade modelo do país e famosa por seu bom planejamento urbano, vem estimulando o uso de bicicletas há 40 anos. Por essa razão, a comunidade ciclista de lá é bastante forte, o que ajuda a manter a ordem na infraestrutura e nos investimentos.

Amsterdã (Holanda)

Considerada uma cidade liberal, Amsterdã tem mesmo um jeito diferente de encarar as coisas, de forma a proporcionar uma boa estrutura para que a população possa pôr em prática os seus hábitos. Quer um exemplo? Cerca de 40% dos deslocamentos da cidade são feitos por meio de bicicleta, um fato que, sozinho, já poderia dar a ela a liderança entre as cidades que melhor acomodam os ciclistas. No entanto, os holandeses vão além: a cidade possui extenso conjunto de ciclovias, bicicletas para locação, galpões para armazenagem das bikes, sinais de trânsito específicos e corredores nas vias públicas, aumentando consideravelmente a segurança dos atletas.

Montreal (Canadá)

Com seu jeito esportivo e natureba, os canadenses não poderiam ficar de fora da lista. Montreal foi a primeira cidade da América do Norte a formular e adotar um sistema público de aluguel de bicicletas, um programa levado bastante a sério por lá. Recentemente, o município investiu US$ 134 milhões na renovação das ciclovias.

Copenhagen (Dinamarca)

A cidade é considerada uma das melhores para se viver e, claro, andar de bicicleta em um lugar assim não pode ser nada trabalhoso.  Há diversos programas urbanos a favor da bike. Além do mais, 32% dos empregados usam a bicicleta como o meio de transporte para ir ao serviço. Com extensas ciclovias, separadas das pistas de tráfego principais e com sinalização própria, a cidade incentiva esse tipo de hábito. O município, inclusive, tem um bairro, chamado Christiania, com uma proposta bem diferente: ser totalmente desprovido de carros. O aluguel de bicicletas também é facilitado, já que é totalmente gratuito.

Portland (Estados Unidos)

Imagine poder circular por cerca de 480 km de ciclovia. Para quem curte bike, sem dúvida é um espaço sem fim e sinônimo de diversão. Portland oferece bicicletas aos morados de menor renda, como uma alternativa de transporte. As bikes são equipadas com capacete, cadeado, bomba para encher pneus, mapas e capas de chuva. Com todo esse incentivo, não seria de admirar que 95% de seus habitantes usam bicicleta frequentemente.

Basileia (Suíça)

Como está localizada em um dos países europeus de maior índice de desenvolvimento humano, a cidade de Basileia conta com uma infraestrutura bem cuidada: ela tem faixas exclusivas para bicicletas na pista esquerda das vias, todas com sinalização apropriada e mapas com as melhores rotas para quem estiver sobre uma bike. Là, inclusive, o incentivo vai além das fronteiras da cidade, já que também há ciclovias que a ligam a outros municípios e outras partes do país.

Barcelona (Espanha)

O Conselho da cidade espanhola criou há quatro anos o programa Bicing, que promove o aluguel de bicicletas de uma maneira organizada e bastante cívica: cada usuário tem um cartão que autoriza o aluguel de bicicleta. Com ele, o cidadão pode pegar uma bike emprestada em qualquer um dos 100 postos espalhados pela cidade. A vantagem é que ele pode devolver em qualquer outro ponto, ou seja, não é preciso fazer o caminho de ida e volta. Há também o “anel verde”, uma ciclovia que cerca toda a área metropolitana de Barcelona, além de 3.250 vagas de estacionamento para bicicletas no nível da rua. O apego dos espanhois pela bicicleta é tanto que anualmente eles promovem a “Bike Week”, um evento que perdura por toda uma semana incentivando a prática do esporte.

Pequim (China)

Como  boa parte do consumo da China, o número de carros em Pequim tem crescido consideravelmente nos últimos anos, devido ao rápido progresso econômico do país. Para fugir do tremento congestionamento, não tem jeito, a bicicleta é o melhor caminho. Embora o ar da cidade seja um problema urbano devido ao seu alto nível de poluição o incentivo às pedaladas tem sido visto como algo importante para o lugar e prática imprenscindível.

Trondheim (Noruega) 

O problema de algumas cidades é ter um número muito grande de ladeiras, o que pode prejudicar a prática do ciclismo. A cidade norueguesa, no entanto, pensou em uma forma de solucionar o problema para que ninguém tenha desculpa para o sedentarismo: ela implementou elevadores próprios para as bikes, para ajudar os atletas a subirem os pontos mais íngremes. Cerca de 18% da população usa a magrela como transporte diário.

Fonte: BAND.com.br